Início: primeira segunda-feira de agosto de 2026 → 03/08/2026
Frequência: semanal, toda segunda-feira
Duração: 2 horas por aula
Total: 10 aulas → 20 horas
Todos os participantes que cumprirem pelo menos 75% da carga horária receberão o certificado de participação. A presença será contabilizada pela participação nas aulas ao vivo.
Os certificados serão emitidos e enviados para o e-mail informado no momento da inscrição em até 30 dias úteis após a conclusão do curso.
Ao final do curso, o participante será capaz de:
Ideal para:
O curso pode oferecer:
Estudo dos mecanismos moleculares da replicação, transcrição e tradução e de como variantes germinativas impactam estrutura, função proteica e fenótipo clínico.
Análise das capacidades biológicas adquiridas pelas células tumorais segundo o modelo de Douglas Hanahan e Robert Weinberg, correlacionando vias moleculares com genes de predisposição hereditária.
Discussão comparativa entre mutações somáticas e germinativas, suas implicações terapêuticas, prognósticas e familiares na prática oncológica.
Revisão dos principais genes envolvidos, critérios clínicos, estratificação de risco e impacto no manejo preventivo e terapêutico.
Abordagem dos critérios diagnósticos, espectro tumoral associado e estratégias de vigilância intensiva baseadas em risco genético elevado.
Estudo da instabilidade de microssatélites, correlação genótipo-fenótipo e protocolos de rastreamento e prevenção em indivíduos afetados e familiares.
Discussão das alterações em PTEN, manifestações clínicas multissistêmicas e critérios diagnósticos aplicados à prática clínica.
Revisão das mutações em APC, diferenças entre formas clássica e atenuada e estratégias de acompanhamento e intervenção preventiva.
Apresentação das diretrizes internacionais, construção do heredograma e identificação de sinais de alerta para solicitação adequada de testagem genética.
Compreensão do fluxo analítico do sequenciamento de nova geração, incluindo plataformas como Illumina, filtros clínicos e priorização de variantes.
Avaliação de parâmetros como cobertura, profundidade, sensibilidade e controle de qualidade na validação de testes germinativos.
Discussão sobre lacunas técnicas do sequenciamento e indicações de métodos adicionais, como MLPA e sequenciamento Sanger, para confirmação diagnóstica.
Análise das indicações clínicas do RNA-seq na avaliação de splicing e na elucidação funcional de variantes intrônicas.
Revisão estruturada dos critérios estabelecidos pela American College of Medical Genetics and Genomics e pela Association for Molecular Pathology para interpretação de variantes germinativas.
Discussão sobre refinamentos interpretativos e padronização internacional na classificação de variantes em genes associados ao câncer hereditário.
Exploração de bancos populacionais, bases clínicas, preditores in silico e evidências funcionais como suporte à tomada de decisão diagnóstica.
Análise dos desafios de interpretação e de comunicação ao paciente, relacionados às variantes de significado indeterminado e seu impacto no aconselhamento genético.
Discussão sobre monitoramento contínuo, atualização de laudos e responsabilidades compartilhadas entre laboratório e prescritor.
Estudo integrado de casos complexos em oncogenética.
Avaliação crítica das limitações técnicas, riscos interpretativos e implicações éticas dos testes genéticos comercializados diretamente ao consumidor.
Discussão sobre acesso à testagem genética, desafios estruturais e integração da oncogenética ao sistema público de saúde.
Reflexão sobre consentimento informado, privacidade de dados genéticos e implicações familiares na prática clínica.